16 de setembro de 2013

Cruzeiro da Vida


Imagine-se num cais de embarque. 
Tem dois navios, de cruzeiro, à sua escolha que lhe proporcionarão a maior viagem de sempre: A sua Vida!

No primeiro, a partir do momento que embarcar, partirá sem rumo, apenas deixando-se levar ao sabor das marés e dos ventos que encontrar. Desfrutará do ambiente, poderá deixar-se embalar ao sabor das ondas, visitar todos os locais de escala, que encontrar durante a viagem se os encontrar e se assim se proporcionar.

No segundo, ao embarcar, poderá definir o rumo da viagem, ajustando-a ao propósito que pretende que a mesma tenha, efetuando as escalas que entender necessárias para lá chegar. Para tal deverá estar consciente de onde gostaria de ir, e qual a importância que esse destino tem para si. Quais os locais/escalas mais importantes para lá chegar e se na realidade quer mesmo lá chegar.
Garantem-lhe que o rumo a seguir será sempre aquele que decidir e que qualquer alteração pretendida poderá ser efetuada desde que seja significativa para si e para o destino onde pretende chegar.


Qual o cruzeiro mais aprazível para si?

Pense nisso!



Teresa sousa

Bom dia!


12 de setembro de 2013

Sobre ... Locus de Controle

Em latim, a palavra Locus significa lugar e pode ser utilizada em diversos sentidos e para várias áreas como na psicologia, na fonética, na matemática, na genética, etc...
O conceito do Locus de Controle foi formulado em 1966, pelo psicólogo norte-americano Julian B. Rotter, no seu artigo “Psychological Monographs”.

Locus de controle refere-se às crenças que um indivíduo tem sobre os resultados da sua vida, sejam eles sucessos ou fracassos. Em que medida acredita que pode controlar os acontecimentos que o afetam e consequentemente afetam a sua vida.

Pode ser interno (significa que a pessoa acredita que pode controlar a sua vida) ou externo (quando a pessoa acredita que o ambiente, algum poder superior ou outras pessoas controlam as suas decisões e sua vida).

Indivíduos com elevado Locus de controle interno acreditam que os resultados que obtêm vêm de suas próprias ações e do seu comportamento. Agem por conta própria quando têm de lidar com problemas nas mais diversas áreas e entendem o resultado como uma consequência dos seus esforços e competências. Focam-se nos resultados a alcançar e na responsabilidade das sua ações. São, naturalmente, proativos!

Aqueles que possuem um grande Locus de controle externo acreditam que
outras forças, o destino ou o acaso determinam os resultados alcançados na vida. Para estes o seu campo de influência e responsabilidade sobre os acontecimentos e resultados obtidos é mínimo, pois  não se identificam como protagonistas das suas próprias vidas mas apenas como meros figurantes. O governo, as empresas, o chefe e/ou os colegas de trabalho, os filhos ou outros são os responsáveis por tudo o que de bom ou mau lhes acontece.

Tendem assim, a ser reativos e  a assumir o papel de vítimas, tornando-se dependentes de terceiros, para alcançarem os seus objetivos, culpabilizando-os  independentemente da maior, menor ou nenhuma influencia destes nos resultados obtidos!
Podem tornar-se verdadeiros “sugadores de energia” daqueles que fazem parte do seu círculo de relacionamento, exigindo-lhes  soluções, ao invés de as criarem, e cobrando-lhes responsabilidade pelos resultados alcançados.  

Quando o nosso Locus de controle é predominantemente interno, a expetativa com que encaramos a vida e os desafios que esta nos apresenta aumenta, bem como, aumentam também a confiança no nosso potencial para conseguirmos obter êxito e a a probabilidade de, na realidade,  alcançarmos, esse mesmo êxito. 

Quando acreditamos em nós no nosso potencial e responsabilidade para fazer acontecer, a nossa realidade será sempre aquela que criarmos!


Pense nisso!

Teresa Sousa 12/09/2013