Não é de minha autoria, retirei da internet de fonte desconhecida:
17 de junho de 2016
20 de abril de 2016
Como lidar com companheiros de trabalho tóxicos?
É no local de trabalho e com os colegas que dele fazem parte que
passamos grande parte do nosso tempo.
É fundamental que este seja vivido num ambiente que propicie
condições para que possamos desenvolver a nossa melhor versão enquanto profissionais,
sentindo-nos seguros, confiantes e realizados, contribuindo assim para o
crescimento e desenvolvimento da empresa.
Mas nem sempre as pessoas que nos rodeiam na empresa,
independentemente do seu grau na hierarquia, contribuem para que este ambiente
exista.
Alguns deles fazem-nos sentir permanentemente, irritados, cansados,
ansiosos, culpados, limitam a nossa capacidade de trabalho e de progressão
profissional.
Como o passar do tempo podem até, conduzir-nos à exaustão e
consequentemente ao desenvolvimento de algumas doenças, como a depressão e o burnout, entre outras.
Em quase todos os grupos profissionais, existem algumas destas
pessoas.
Recordo-me de um excelente profissional, que conheci há uns anos
atrás, estava desempregado, por não ter aguentado o assédio moral (mobbing),
exercido pelo seu chefe. Frequente e despropositadamente, este tecia-lhe
críticas destrutivas, atribuía-lhe tarefas/trabalhos insignificantes,
descredibilizando e ridicularizando o seu trabalho, estigmatizando-o e
contribuindo para a sua desmotivação e redução do seu nível de autoestima.
Lembra-se daquele seu colega, que sempre que lhe dava o seu parecer
ele o desvalorizava, não tecendo nenhuma opinião ou reação e mais tarde apresentava-o
como se fosse seu? E daquele que nas conversas e reuniões distorcia os seus
argumentos e ideias apenas para que a opinião dele fosse valorizada?
Quantas vezes as empresas e muitos dos que nela colaboram são
prejudicados por profissionais que dissimulando os seus interesses, fingem
atuar em benefício da empresa, afetando o seu funcionamento e minando as
relações de todos os que consigo trabalham?
Ainda há bem pouco tempo uma amiga me referia o seu mau estar sob o
ponto de vista profissional, fruto do relacionamento com uma colega de trabalho.
Esta confidenciava-lhe, permanentemente, informações distorcidas dos colegas e
sempre que tinha oportunidade, passava também, sobretudo aos seus superiores
hierárquicos informações negativas dela, por forma a valorizar-se e compensar a
sua baixa competência profissional.
Falamos de companheiros de
trabalho tóxicos!
Quem são estas
pessoas?
São profissionais inseguros que menosprezam as suas próprias
competências e limitam a progressão dos outros. Invejosos, por natureza, vivem
reclamando de tudo e nunca estão satisfeitos. Por não se sentirem bem consigo
mesmo, procuram subtilmente chamar a atenção sobre si, minando a autoestima dos
companheiros de trabalho, incutindo-lhes insegurança e impondo a sua presença à
força. São conflituosos, mentem, enganam, humilham, culpam, manipulam, agridem
verbal e psicologicamente, tentando mudar os outros a todo o custo. Só assim
conseguem fazer prevalecer as suas ideias e os seus interesses.
Alimentam-se da energia dos colegas, obtendo prazer com a
instabilidade e o desconforto que lhes proporcionam.
Como lidar com
companheiros de trabalho tóxicos?
J
A melhor forma passa, claro, por evitá-los o que nem sempre poderá
ser viável tão imediato quanto o desejável!
J
Assim, comece por questionar e perceber quais os motivos pelos
quais mantem e tem dificuldade em se libertar destes relacionamentos tóxicos. Uma
vez identificados, analise o que necessita para os eliminar. Não pode
controlar, nem mudar os comportamentos dos outros, mas pode mudar a sua atitude
e resposta aos mesmos. Ao fazê-lo irá quebrar o seu ciclo de alimentação
contribuindo para os modificar e/ou eliminar.
J
Não valorize, nem se deixe influenciar pelas intenções subjacentes
às atitudes e relações tóxicas destes seus colegas. Confie mais em si, na sua
capacidade de trabalho e nas suas competências. Não permita que estas pessoas o
intimidem, humilhem e perturbem a sua confiança e o seu bem-estar. Tenha sempre
presente que o problema não é consigo nem está em si, mas sim com eles.
J
Não reaja a provocações nem entre em discussões. Expresse a sua opinião
de uma forma assertiva.
J
Mantenha o foco no seu trabalho e no que necessita para o alcance
dos seus objetivos. Não alimente intrigas e demonstre desagrado sempre que
alguém o fizer na sua presença.
J
Perante aqueles que se fazem valer através das suas ideias,
confronte-os com o facto naturalmente. Se preferir recorra ao humor e
agradecer-lhes, sarcasticamente, o facto de terem tornado pública uma ideia tão
boa como a sua.
Os relacionamentos tóxicos existem e persistem porque uma das
partes assim o pretende e porque a outra assim o permite!
Permita-se
ter uma atitude decisiva e quebrar este ciclo!
Não
permita que estes profissionais interfiram com a qualidade do seu trabalho nem
com a sua integridade e o seu equilíbrio emocional!
24 de março de 2016
22 de fevereiro de 2016
Sem medo de ser feliz!
Joana era Diretora Comercial de uma conceituada empresa
internacional de cosmética em Portugal, função que conquistara “a pulso”, com o
seu trabalho e empenho.
O seu maior desejo era assumir a direção geral da empresa-mãe
sediada em França. Para ela trabalhara, árdua e diariamente.
Um dia, esse momento chegou e finalmente foi promovida. Deveria
assumir a sua nova função, no primeiro dia útil do mês seguinte.
A empresa ficou responsável, pelo seu alojamento e reserva do
bilhete de avião e à Joana, restava-lhe apenas organizar-se, para partir na
direção daquele que era o seu maior desejo.
Assim fez, mas exatamente no dia em que deveria apanhar o avião,
adormeceu, inexplicavelmente.
Para a empresa esta atitude da Joana, não foi de todo aceitável e
resolveram de um modo rápido e eficaz, atribuir a função a alguém que, segundo
eles, fosse mais responsável e estivesse realmente interessado!
Para a Joana além do tremendo desgosto, era incompreensível o que a
levara a perder o voo!
Renato é um empreendedor na busca da sua realização profissional. O
seu projeto atual tem um percurso sustentado em horas de trabalho árduo,
difíceis opções e muito empenho e determinação. Os amigos admiram-no pela
“luta” permanente pelos seus projetos, no entanto têm dificuldade em perceber o
que o leva a, no momento em que os projetos “têm pernas para andar”,
desinteressar-se, abandonando os mesmos e a recomeçar novo projeto, empreendendo
de novo esforço e trabalho para a sua possível concretização!
André tem atualmente, uma vida estável sob o ponto de vista pessoal
e profissional, fruto de muitas opções e sacrifícios que passou para a
alcançar. Pode desfrutar da mesma de um modo tranquilo e prazeroso, mas passa
os seus dias ansioso e preocupado com o que lhe pode vir a acontecer no futuro!
O que está subjacente a estes três desfechos?
O medo
de obter sucesso e ser feliz, sentido, inconscientemente, pelos seus personagens!
Atualmente muito se fala sobre felicidade, mas a verdade é que
ainda somos um povo pouco habituado a conviver com o que designamos por um
estado de bem-estar imenso associado a sentimentos de alegria e prazer.
O Fado (destino), assim se caracteriza a música portuguesa,
descreve-nos como um povo triste, vítima das circunstâncias que a vida lhe
proporciona. Um povo sem determinação para tomar as rédeas da sua vida e ousar
ser feliz!
Correr atrás dos sonhos, alcançar objetivos, ser autêntico,
independentemente das escolhas que tenhamos que fazer e ter prazer manifesto
com o modo de vida alcançado ainda é pouco usual para muitos de nós, causando com
frequência, em simultâneo, ansiedade e frustração pela incerteza do que pode
estar para chegar, bem como das consequências que este nosso modo de estar
feliz pode acarretar na relação com os demais.
Na realidade todos nascemos felizes e podemos ser felizes! Ser
feliz e aproveitar a vida ao máximo, é uma opção que depende essencialmente de
nós, mas nem sempre a tomamos, por uma espécie de medo de ser feliz.
"Quase
sempre a maior ou menor felicidade depende do grau da decisão de ser
feliz." (Abraham Lincoln)
Mas, não é o que todos queremos, ser felizes?
Então porquê este medo, esta culpa?
Em 1916 no artigo “Os que fracassam ao triunfar”, Freud associa
este medo/culpa, a um conflito interno, entre o ser feliz e algumas crenças
primordiais, entre as quais a de que não temos direito a ser felizes
satisfazendo os nossos desejos/sonhos.
O mesmo é também associado, ao conflito entre o ser feliz e a necessidade
de sair da “zona de conforto”, onde tudo decorre sempre sem sobressaltos da
mesma maneira.
Em 2013 a psicologia através de um estudo publicado, no qual
utilizou uma “Escala de Medo da Felicidade”, associa também este medo/culpa à
crença de que a felicidade tem como consequência toda uma série de outras
coisas, nenhuma das quais boas.
Para algumas pessoas, esta associação inconsciente, é tão poderosa
que gera elevados níveis de ansiedade, perturbando o seu estado de paz
interior. Basta que tenham passado por uma experiência feliz, seguida de uma
desilusão ou dor para pensarem que a felicidade é como uma maldição e
desenvolvam mecanismos de defesa que as levam a evitarem oportunidades que lhes
podem proporcionar bem-estar, alegria e satisfação. O peso e a crença de que as
experiências anteriores tendem a repetir-se no futuro, vai condicionar as suas situações
futuras.
Em alguns casos este medo assume, também, um peso cultural,
sustentado por uma sociedade onde a dor e o sofrimento ainda são valorizados,
bem como pela crença de que ser feliz é um ato de egoísmo e falta de respeito
pelos demais que atravessam momentos difíceis!
Não tenha medo de
arriscar e ser feliz!
Permita-se ser feliz
sem medo, sem culpa!
J
Questione as suas crenças, reformule o seu pensamento!
J
Ser feliz só depende de si, é uma escolha que só você pode fazer!
Como tal não a atribua a terceiros nem a fatores externos. Só assim pode
assegurar que este sentimento perdure em si. Ao fazê-lo liberta os que estão
consigo dessa responsabilidade, o que contribui para relações saudáveis e
harmoniosas.
J
Você é único e merece obter sucesso e ser feliz de acordo com as suas necessidades!
J
Ser feliz não aumenta nem diminui a hipótese de situações negativas
poderem ocorrer, mas contribui para lidar melhor com as mesmas, se estas ocorrerem.
J
Arrisque novos caminhos e estratégias na direção da vida que quer
ter! O que pode perder? Muito menos do que o que perderá se não arriscar. O que
pode ganhar? Tudo! Ter prazer manifesto com a vida alcançada, viver de acordo
com os seus valores, sem disfarces e ser feliz!
J
Aceite as escolhas que teve que fazer para chegar ao momento atual,
sem arrependimentos! Desfrute do momento presente, sem medo nem culpa pelo seu
bem-estar e felicidade!
J
Demonstre sem receio perante os outros que é feliz! Eles irão
respeitá-lo e admirá-lo pela sua sinceridade e autenticidade.
J
Ser feliz permitir-lhe-á sentir maior confiança e desejo de também contribuir
para o bem-estar e felicidade dos outros!
J Liberte-se de tudo e
de todas as pessoas que impedem a sua felicidade! Se necessário recorra a um
apoio especializado!
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