2 de novembro de 2010

Consciência Emocional

Somos frequentemente tomados de assalto por emoções que afectam a nossa capacidade de agir provocando “danos” significativos nas nossas relações, tanto nas profissionais como nas afectivas.

As nossas emoções representam parte importante do nosso potencial e a maioria dos problemas que enfrentamos resultam da falta de entendimento destas.

A empatia, a sensibilidade e a plenitude de viver estão associadas à capacidade de sentirmos e expressarmos emoções. Exigem que nos conheçamos em primeiro lugar, para a partir daí podermos então compreender os outros.

Estarmos conscientes das nossas emoções e sermos capazes de senti-las, faz parte do nosso equilíbrio e harmonia de vida. Á medida que nos tornamos mais conscientes das nossas emoções, começamos a perceber o seu significado e valor.

Emoções
Conscientes ou inconscientes, as emoções representam fenómenos mentais complexos que determinam a forma como reagimos às ocorrências de vida. Fruto da nossa fisiologia e bioquímica em resposta ao que vemos, ouvimos e sentimos, têm uma forte componente corporal e servem para regularmos a nossa relação com os outros e o mundo.

Perante determinada situação (estímulo) o nosso corpo expressa a emoção sentida que poderá actuar como sinal de alarme levando-nos à rejeição da situação ou de incentivo, conduzindo-nos à adopção de uma opção.

Todas as emoções são informações que nos dão acesso ao mundo exterior e ao nosso próprio ser.

Como?
Quando sentimos medo (quando algo nos assusta) procuramos proteger-nos. Quando algo nos provoca alegria, sabemos que podemos repetir sempre que precisarmos de nos sentir melhor.
Isto acontece porque as emoções nos transmitem informações do mundo em que vivemos.

Mas também nos dizem algo sobre nós próprios. Porque é que me sinto desta forma em relação ao que alguém me disse ou fez? Porque será que não consigo perdoar determinada pessoa se não dei tanta importância a coisas mais graves que outras pessoas me fizeram?

As emoções têm a sua raíz no nosso modo de ser, pensar e sentir.


Consciência emocional
À capacidade de estarmos atentos à expressão das nossas emoções, ao que sentimos com elas, de que modo isso afecta o nosso bem estar e a relação com os demais, designamos consciência emocional.

Consiste simplesmente em estarmos conscientes, a cada momento, de tudo aquilo que estamos a sentir. Contudo, é uma das tarefas mais desafiadoras que podemos empreender e também uma das mais compensadoras.

A sociedade actual impele-nos para padrões autodestrutivos de comportamento que nos impedem de viver a vida em pleno e de forma autêntica.

Vivemos angustiados esquecendo-nos da nossa individualidade e da nossa verdadeira natureza.

Cultivar a consciência emocional permite-nos ultrapassar esta compulsão e dependência social, adquirir uma postura perante a vida preservando a nossa integridade e congruência.

Quantos de nós não pensamos que temos de manter uma relação a todo o custo, sentimos que já não aguentamos mais, que não estamos bem e passamos o tempo todo a inventar desculpas evitando uma conversa séria que nos permita analisar a situação e respeitar o que sentimos?

Se estivermos conscientes do que na realidade sentimos, da vontade da nossa alma, estaremos no caminho da congruência, da verdade e bem estar.


Cultive e desenvolva a sua Consciência Emocional
 Esteja atento às suas emoções. Procure decifrar o que significam para si.
 Faça uma pausa e pense numa situação específica que o preocupe. O que sente?
O que é que essas emoções lhe dizem?
 Agora que tomou consciência com esse seu sentir e o significado que o mesmo
tem para si, o que poderá fazer para mudar?
 Imagine-se de novo na situação específica com a mudança por si sugerida
implementada. Como é que se sente? O que é que essa mudança lhe diz? Em que
medida alterou as emoções que sente? Porquê?
 Procure perceber as razões que o levam agir e pensar diferente daquilo que
sente?
 Procure agir de acordo com o seu sentir, com a sua verdadeira essência.
Escute o seu coração!

30 de agosto de 2010

Torne-se a pessoa que sempre quis ser

Todo o ser humano tem um potencial imenso por desenvolver e a capacidade de por si próprio criar esse desenvolvimento e viver a vida em pleno!

Não existem limites para o que pretenda alcançar, desde que queira de facto lá chegar e dirija a sua atenção nesse sentido.

A vida é fruto de uma série de pequenas decisões que vamos tomando ao longo de tempo e que nos podem conduzir pelo caminho do “conforto”, do previsível com o mínimo esforço ou pelo caminho da mudança, do nunca experimentado, do empenho e do compromisso, mas na direcção do que realmente ambicionamos ser.

Somos o que fazemos no momento, em cada papel que desempenhamos. A nossa identidade é um movimento constante.

As pessoas bem sucedidas são responsáveis pelo rumo das suas vidas, ao invés de gastarem a sua energia focando-se nos problemas, definem metas para evoluirem e empenham-se na mudança, acreditando no futuro, no significado das metas definidas e nas suas capacidades para as alcançarem. A mudança acontece, fruto da sua insatisfação e inquietude, quando se interrogam e questionam sobre o sentido e missão da sua vida, quando se sentem impelidas para estarem sempre a agir na procura de irem mais além, e de criarem os seus próprios desafios e concretizarem os seus sonhos. Muitas vezes ocorre por uma necessidade de transformação profunda e sentida no decorrer da sua vida.

Qualquer mudança na nossa vida inicia-se com um sonho. Os nossos sonhos determinam as nossas metas e as nossas metas modelam as nossas vidas. Sempre que sonhamos , entramos num mundo onde muitas coisas são possíveis permitindo-nos não ficarmos restringidos ao que temos à nossa volta. A passagem destes sonhos para a realidade de cada um de nós, onde será possível a sua concretização/realização, é maior parte das vezes impedida pelas nossas próprias acções, pensamentos, a força dos nossos hábitos a quem podemos designar pelos nossos verdadeiros “inimigos”, que nos amarram ao passado e conduzem à estagnação.

Sempre que nos queixamos e continuamos insistentemente a ter maus hábitos e a fazer as coisas da mesma forma, dificilmente conseguimos evoluir.

Acontece com frequência, desejarmos fazer algo diferente do que temos feito até ao momento, afirmamos por exemplo: “Eu quero passar a fazer uma alimentação saudável!” e logo uma voz, ecoa em nós dizendo: “Tu não vais conseguir!”?
Se analisarmos o que esta afirmação significa, ela apenas quer dizer que nós não sabemos ainda como fazê-lo mas podemos fazê-lo!
Só podemos saber se temos determinada capacidade depois de tentarmos realizar acções para as quais a mesma seja determinante.

Este é um exemplo típico de como confundimos tantas vezes as nossas crenças com a nossa real capacidade e possibilidade para alcançar metas. Crenças essas que nos limitam e estão na génese de muitos dos medos infundados que nos impedem de ser como e quem gostariamos de ser.

Acreditarmos que somos capazes, que temos possibilidades e que merecemos alcançar as nossas metas, é uma atitude que nos permite conseguir transceder o medo e canalizar a energia desse sentimento para a definição de estratégias e implementação de acções que assegurem o alcançe das mesmas.

Tão importante como conseguirmos alcançar as nossas metas é termos a coragem para as estabelecer!

A verdade é que algumas pessoas tendem a viver um pouco “à deriva” sem saberem na realidade o que querem ser ou para onde querem ir, bailam com os acontecimentos, umas vezes para lá outras vezes para cá, mas raramente com um rumo traçado pelas próprias! Estagnam perante dilemas que nem sabem, na realidade a importância e o significado que têm para si. Não têm consciência de quem são nem se interrogam tão pouco sobre o significado da sua vida. Dizem que têm sonhos, gostariam de ser A ou B, mas não sabem sequer o porquê ou a importância desses sonhos na sua vida.

Outras, porém vivem, força dos hábitos e crenças, agarradas ao seu passado, a sua zona confortável, que não as satisfaz plenamente mas é o seu modo aprendido e “seguro” de viver.

Assumirmos as rédeas da nossa vida, implica, sermos capazes de fazer perguntas simples - qual é o meu ponto de partida? Até onde quero ir? O que significa para mim essa mudança? – para estabelecermos as nossas metas e assumirmos o compromisso necessário para empreendermos as acções que conduzem à sua concretização.

Sem sabermos para onde vamos e porque é que queremos ir torna-se difícil decidir qual o melhor caminho a escolher.

Tomar uma decisão na vida não é fácil, mesmo que esta contribua para a nossa realização pessoal.

Decidir significa quase sempre optar, dizer que sim a algo e abdicar de qualquer coisa. Se não estivermos conscientes do que na realidade pretendemos, nem do significado que a mudança tem para nós, torna-se difícil disponibilizarmo-nos no sentido da mesma e percebermos qual a estratégia a adoptar.

Assim, definirmos e tomarmos consciência das nossas metas e do valor que têm para o rumo que queremos na nossa vida, contribui para descobrirmos as estratégias que nos facilitam o caminho que nos conduz ao sucesso e à realização dos nossos sonhos.

Deste modo:

Direcção/Foco - Saber para onde queremos ir;
Compromisso / Motivação - Queremos de facto lá chegar;
Confiança e perspectiva positiva - Acreditarmos que conseguimos lá chegar;
Visão – Ensaiarmos mentalmente a consecução das nossas metas;

Permitem-nos traçar um plano e definir estratégias eficazes para a realização dos nossos sonhos e para uma transformação consciente e consolidada na nossa vida

Desperte para a vida e seja a pessoa que sempre quis ser:
 Conheça-se verdadeiramente;
 Questione-se sobre onde gostaria de estar, o que gostaria de fazer, como gostaria de ser;
 Defina um timing para que essa mudança/transformação se verifique e de que forma se vai aperceber que ela realmente aconteceu.
 Lembre-se que se deve focar no que quer e não no que não quer! Quando se foca no que não quer, está a focar-se nos problemas ao invés de procurar soluções. Está a gastar energias a fugir e a evitar o que não quer, não fazendo nada em prol da sua evolução e do que realmente quer!
 Faça uma auditoria a si próprio: analise os “desvios”, as “não conformidades” com o que gostaria de ser;
 Questione-se sobre o que é que essa mudança/transformação lhe vai proporcionar, o valor que ela representa si e para a sua vida.
 Imagine-se e imagine a sua vida com a mudança realizada. Como será? Como é que se passará a sentir? Interiorize essa imagem.
 Agora recue, analise a situação actual, lembre-se da sua “auditoria”, analise os recursos que dispõe, e decida o que está disposto a fazer para lá chegar?
 Trace um plano, não se esqueça de definir etapas, para se assegurar que o processo seja sólido e eficaz.
 Agora só lhe falta o principal… acção, aja!
 Sempre que sentir inseguro ao longo deste processo, recorra à visão da sua vida e de si próprio com a mudança concretizada, procure “reforços” nos benefícios que consegue retirar dessa imagem e nas características que sabe possuir e que lhe podem dar a confiança necessária para prosseguir.
 Acredite em si e nas suas capacidades.


Tenha sempre em mente que:
O caminho do sucesso e da evolução pessoal, depende para além da coragem, empreendorismo e determinação de cada um, da sua capacidade para moldar as suas percepções, para identificar e eliminar maus hábitos, e para agir ao invés de reagir.

Pequenas decisões que possamos tomar ao longo da vida podem conduzir-nos a grandes mudanças, capazes de nos transformarem na pessoa que sempre quisemos ser!

4 de julho de 2010

Desenvolvimento Pessoal

Desenvolvimento pressupõe crescimento.

Falamos em desenvolvimento pessoal quando nos queremos referir ao crescimento do indivíduo e do seu potencial. À sua habilidade para se desenvolver como pessoa e obter sucesso.
Este crescimento pessoal, implica um alargamento de horizontes e conhecimentos em qualquer área de vida contribuindo assim para uma maior autoconsciência e um maior autoconhecimento que conduzem a uma atitude mais responsável pela vida e pelas decisões que toma.

O desenvolvimento pessoal acontece, fruto da insatisfação e da inquietude de alguns, daqueles que se interrogam e questionam sobre o sentido e missão da sua vida, daqueles que se sentem impelidos para estarem sempre a agir na procura de irem mais além, e de criarem os seus próprios desafios e concretizarem os seus sonhos. Muitas vezes ocorre por uma necessidade de transformação profunda e sinceramente sentida no decorrer da vida.

Se nos queixamos e continuarmos insistentemente a ter maus hábitos e a fazer as coisas da mesma forma, dificilmente poderemos evoluir.
Quando achamos que não podemos alterar a vida que temos, podemos sempre alterar a perspectiva que temos dela, esse é o primeiro passo da mudança!

A vontade e a percepção da necessidade de mudar, a sinceridade, a humildade, a perseverança e a capacidade de autoanálise estão na base do desenvolvimento pessoal.

Os maiores inimigos da mudança necessária para uma evolução e crescimento, são os hábitos negativos que amarram o indivíduo ao seu passado e à estagnação, bem como as crenças que o prendem a um conformismo tentador e cómodo e o medo que o impede de avançar perante os mais pequenos desafios.

O desenvolvimento pessoal está na origem do sucesso, e do viver de uma forma extraordinária.

Como se conquista?

Perante as diversas situações a atitude que cada um adopta torna-se tão fundamental quanto a sua capacidade para as resolver.

As pessoas bem sucedidas são responsáveis pelo rumo das suas vidas, ao invés de gastarem a sua energia focando-se nos problemas, definhem metas para evoluirem e empenham-se na mudança, acreditando no futuro, no significado das metas definidas e nas suas capacidades para as alcançarem.

Em processos de mudança é normal sentirmos medo, mas quando temos um propósito, uma meta a alcançar e acreditamos na sua concretização, podemos transceder esse sentimento e canalizar a sua energia para a definição de estratégias e implementação de acções que assegurem o sucesso da mesma.

Importa assim acreditar que o caminho do sucesso e da evolução pessoal, depende para além da coragem, empreendorismo e determinação de cada um, da sua capacidade para moldar as percepções, para identificar e eliminar maus hábitos, e para agir ao invés de reagir.

Tomarmos consciência de quem somos, onde estamos, para onde queremos ir e querer-mos de facto lá chegar, é uma passo para descobrirmos as estratégias que nos facilitam o caminho que nos conduz ao sucesso e ao desenvolvimento.

Todo o ser humano tem capacidade por si próprio de criar desenvolvimento pessoal e viver a vida em pleno!

O sucesso não é algo que se ganha, mas algo que se conquista!

30 de maio de 2010

O Adulto que Hoje somos, reflecte a Criança que ontem fomos!

A minha infância… Uma boa recordação!
Não por ter sido repleta sob o ponto de vista material, mas sobretudo por ter
sido preenchida com afecto, amor, carinho, apoio, ajuda, força e muita
determinação. Fui agraciada com a maior e mais sólida fortuna: a Riqueza
Humana.
Desde muito cedo os meus pais fizeram-me ver que apesar de não possuírem
grandes “dotes financeiros”, tinham o maior dote do mundo, o seu amor e que
a sua força de vontade e trabalho eram fortes e tudo ultrapassariam. De todas
as dificuldades com que se deparavam, sempre retiravam ensinamentos de
vida que me transmitiam.
Toda esta imensa riqueza humana e suporte afectivo me levaram a ser quem
hoje sou e a acreditar que com amor, querer e dedicação tudo pode estar ao
meu alcance. Sempre disse: “Só não consigo, o que não quero” e desde cedo
defendi que se quiser ser feliz, tenho de procurar essa felicidade em mim na
minha verdadeira essência.
Para mim, tudo sempre tem uma solução e se os momentos bons são
efémeros, os menos bons também o são. No fundo, é essa alternância de
momentos e estados que nos impulsiona a agir e tanto nos ensina.
A sociedade actual obriga-nos a uma multiplicidade de respostas em
simultâneo que nos consomem e nos deixam pouco tempo disponível para o
acompanhamento e para a partilha de momentos com os filhos.
Preocupamo-nos com a sua educação, mas apenas nos limitamos a garantir a
satisfação das necessidades que consideramos mais prementes: comer, beber,
dormir, ir à escola, comprar o possível e o impossível para garantirmos o seu
entretenimento, pensando que desta forma, colmatamos o essencial para um
crescimento saudável. Como se nos tivéssemos esquecido que de tudo o que
mencionámos, o mais importante não está contemplado: a transmissão de
afecto, amor, amizade, persistência, respeito, humildade, sinceridade,
partilha e solidariedade.
Só transmitindo afecto e amor, às crianças, podemos garantir a formação de
indivíduos capazes de se relacionarem com os demais e de construirem
relações com base na confiança no respeito no amor e carinho. Se elas não
compreenderem nem sentirem a verdadeira essência deste afecto e amor,
jamais serão capazes de os incluir nas suas vidas.
Valores como respeito ao próximo, ética, cidadania, solidariedade, autoestima,
contribuem para a formação de adultos tranquilos, carinhosos,
flexíveis; adultos que sabem resolver problemas, abertos ao diálogo e às
mudanças do mundo.
Seja o primeiro a dar o exemplo para que as crianças possam seguir, não se
esqueça que elas veêm em si um modelo a seguir, uma referência importante
que irá ficar registada e influenciará as suas opções ao longo da sua vida.
No mundo em que as crianças crescem uma diversidade imensa de frustrações
e adversidades irão surgir-lhes pela frente. Se lhes transmitirmos confiança
nas suas capacidades para as superarem ao invés de as tentarmos resolver por
elas, contribuiremos para que possam encontrar também alegrias e
desenvolvam a sua auto confiança.
É frequente alguns pais cederem e/ou assumirem as responsabilidades dos
actos impensados dos filhos. Outras vezes censuram-nos de uma forma fria e
ríspida. Muito mais eficaz seria se conversassem com eles sobre os motivos
que os levaram a determinada atitude e/ou comportamento, pedissem a sua
opinião sobre as consequências do mesmo, dissessem que acreditavam na
solução que encontrassem e que estavam ali para os apoiar!
O divórcio ou a separação dos casais, não facilita a criação de um suporte
familiar estável, essencial para o estreitamento dos laços familiares e
desenvolvimento de uma atitude positiva e confiante. Importa assim
minimizar estas condições estabelecendo sempre um diálogo e uma relação
aberta e franca com as crianças. Continuar a transmitir-lhes afecto e amor,
não descurando a atenção que lhes dá, mantendo a comunicação com o
seu(ua) parceiro(a) para evitar tentativas de manipulação da parte destas e
para que não pensem que foram elas o motivo da separação dos pais.

O adulto que hoje somos, reflecte a criança que ontem fomos!

Proporcione aos seus filhos uma infância repleta de afecto e amor, ajude-os
a crescerem e a tornarem-se adultos confiantes e responsáveis:


☺ Manifeste o seu amor através de palavras e gestos – beije-os com
frequência, abrace-os, diga-lhes que os ama ao longo das suas
vidas.
☺ Não sobrecarregue a agenda deles como se eles fossem pequenos
executivos. Não se esqueça que são, ainda, crianças. Precisam
brincar, ter amigos, e, assim desenvolverem a socialização, a
convivência.
☺ Incentive, aprecie e valorize cada esforço que eles fazem.
☺ Demonstre orgulho em ser pai/mãe deles. Faça-o em casa e em
público, directa ou indirectamente.
☺ Não faça comparações entre eles ou com colegas. Aprecie e
faça-lhes sentir a importância da sua individualidade.
☺ Se tem mais de um filho, procure distribuir igualmente atenção,
afecto, carinho e amor por todos.
☺ Dedique-lhes tempo e atenção, procure fazer pelo menos uma
refeição com eles. Pergunte-lhes como correu ou como está a
correr o dia? Dê sinais de interesse e atenção enquanto falam.
☺ De vez em quando solicite a sua participação em pequenas
decisões.
☺ Transmita-lhes sempre uma atitude confiante e positiva.
☺ Respeite as suas escolhas. Apoie as suas decisões.
☺ Procure espelhar os valores que lhes pretende transmitir.
☺ Procure transmitir uma atitude positiva. Ensine-lhes a
apreciarem a vida e tudo o que esta lhes proporciona.
☺ Elogie-os quando for caso disso, comemore as suas conquistas.
☺ Faça-lhes sentir que também aprende com eles.
☺ Privilegie os momentos em família e actividades de socialização.

3 de maio de 2010

O Hoje é Valioso. Aproveite-o!

Muitos são aqueles que passam grande parte da vida pensando no passado e/ou imaginando o futuro. Esquecem-se ou negam o presente, tendem a adiar os seus objectivos para um dia distante onde acreditam que irão conseguir tudo o que sonharam e serão felizes.

Alguns até vivem como se no passado estivessem, agarrados ao sucesso que anteriormente obtiveram, como se isso fosse o seu melhor pretendendo que este perdure por toda a sua vida.

Outros lembram-se das derrotas e fracassos como se fossem cicatrizes de guerra, que constituem o seu modo de ser e estar. Ensombram o presente sem lhe tocarem, este serve-lhes apenas como degrau para o futuro onde “depositarão”, cada vez mais fortalecidas, as saudades de tudo o que já deixou de ser.

Quantas vezes estamos tão obcecados com os êxitos ou os fracassos passados que não conseguimos ver as oportunidades que se nos deparam no presente?
Recordamos e acomodamo-nos ao que fomos, tornamo-nos resistentes à mudança e não aproveitamos tudo o que temos à nossa volta.

Muitas vezes deparamo-nos com pessoas que perderam o seu negócio, o seu emprego, estão de tal modo “agarrados” a este facto e ao desejo de “continuar do mesmo modo” que tem dificuldade em se aperceberem das oportunidades que têm no presente, outros negócios, outro tipo de actividade, quem sabe até a descoberta do seu verdadeiro Eu.

Para outros a vida é um permanente “estado alerta” onde impera a ansiedade e o sofrimento pelo pensar no que amanhã irá acontecer.

Para muitos o desejo obsessivo da concretização dos seus objectivos projecta uma carga emocional muito elevada no que pode acontecer no futuro, distraindo-os das verdadeiras ameaças e/ou oportunidades que existem de facto, mas no presente.

Encaram a mudança com ansiedade desmedida, anseiam pela situação futura e desta forma consomem toda a sua energia. Não conseguem aproveitar as oportunidades que estão mesmo “debaixo do seu nariz” e o dito futuro passa a ser o Hoje. Estão de tal forma cansados que não conseguem ver nem aproveitar o momento presente.

Muitas vezes, decidimos avançar com projectos, pessoais ou profissionais, visualizamos a sua concretização, ficamos entusiasmados, direi excitados, vivemos intensamente ao sabor da adrenalina libertada e perdemo-nos nesta “embriaguez” de emoções, sem “sobriedade” para planear devidamente e para estarmos atentos às ameaças e/ou oportunidades que surjam no presente. Comprometemos assim a realização destes projectos.
De nada nos serve a dádiva do Hoje, se nos esquecemos que ele existe e que se na realidade queremos mudar a nossa vida precisamos começar neste preciso momento – Agora!

A vida não pode “esvair-se”, como grãos de areia, por entre os dedos das nossas mãos, enquanto passamos maior parte do tempo a olhar para trás ou a antever o que não existe.

O passado nada mais é do que um “presente passado” que ficou armazenado na nossa mente. Tal como o seu nome indica já foi, significa que já não é presente e que o nosso Ser não é lá que se encontra. O apego ao passado bloqueia a vivência do que é novo, escurece o presente, cega o futuro.

O futuro é um “presente imaginado” uma projecção da nossa mente. Como tal ainda não aconteceu e por isso não é lá que nos encontramos. Quando esperamos obsessivamente possuir algo ou que alguma coisa na nossa vida se concretize, o hoje é reduzido a um mero degrau para o futuro, desprovido de valor, e nem sequer nos apercebemos da sua existência.

O único momento real que existe é o Hoje! Não podemos viver nem aproveitar o Hoje se vivermos como se fossemos o ontem ou já estivéssemos no amanhã.

Ao ontem podemos ir buscar a aprendizagem necessária para actuar no Hoje e planear o amanhã.

Se olharmos ao nosso redor é no Hoje que nos encontrarmos, é no Hoje que vivemos. Os sons que ouvimos, os cheiros que sentimos são os de agora são aqueles que nos rodeiam no momento presente. É no Hoje que temos ao nosso alcance todas as ferramentas para trabalhar e ultrapassar obstáculos. É no Hoje que podemos dizer o quanto amamos àqueles que nos são mais próximos.
É no Hoje que nos comprometemos e traçamos planos para atingir metas. Só no Hoje temos a possibilidade de planear e organizar o nosso tempo. É no Hoje que a vida acontece! É no Hoje que encontramos todas as respostas necessárias!

Por isso, o Hoje é uma dádiva imensa que deve ser vivida e aproveitada na sua plenitude para que a vida faça sentido, perdure e nos permita construir um amanhã sereno próspero e pleno de felicidade.


Do que é que está à espera?

De viver uma vida de promessas que não se concretizam ou viver uma vida sofrida, presa a um passado moribundo que teima em assombrá-lo?

Viva o Hoje, só este é real. Esteja atento e aproveite o que este lhe pode proporcionar:

 Não faça promessas em vão. Quer mudar a sua vida ou algo nela? Comece Hoje! Trace planos e comece de imediato, Agora!
 Saia de casa consciente de que Hoje vai poder fazer muito por si. Hoje é o seu dia de sucesso.
 Diga Hoje a todos os que lhe são queridos o quanto os ama e o quanto eles são importantes para si. Ame-os de verdade. Aproveite a sua companhia.
 Esteja consciente do espaço, do local e do momento em que se encontra. Esteja onde estiver, esteja lá, utilize todos os seus sentidos na sua plenitude.
 Não interprete nem julgue o que se passa à sua volta, limite-se a observar no verdadeiro sentido da palavra.
 Não deixe que os fantasmas do passado ensobrem o seu dia.
 Esteja consciente de todos os momentos que vive, aproveite o que melhor pode usufruir de cada um.
 Não sofra por antecipação. Viva um dia de cada vez!
 Em vez de se preocupar com alguma situação ou problema que prevê acontecer no futuro, concentre-se no presente e esteja atento a todas as hipóteses de evitar que a situação ou problema se concretizem.

“O passado é história, o futuro é mistério, o presente é uma dádiva e por isso se chama presente”.
Deepak Chopra

28 de março de 2010

Resolução de Conflitos - Atitude e Comunicação são fundamentais!

Lidamos com frequência com situações que apelidamos de Conflito, uma tomada de consciência das mesmas e das variáveis nelas envolvidas poderá contribuir para as desmistificar e valorizar, aproveitando-as no sentido da inovação, criatividade e benefício comum.

Regra geral, a palavra Conflito é associada a sensações desagradáveis, a angústia, invasão de privacidade ou até mesmo violência.

O Conflito começa quando alguma das partes se sente atingida na sua esfera individual. Esta fase causa incómodo. Este “mau estar”, pode estar relacionado com bens materiais, valores, crenças ou atitudes, ou ainda com a vivência quotidiana.

A fase de consciência da existência de Conflito, é crucial para a sua resolução. Deixando passar este período de racionalidade e controlo entramos numa fase intensamente destrutiva da relação entre as partes envolvidas.

A nossa atitude e o estilo de comunicação que adoptamos na relação com os outros podem ser o nosso mais forte aliado para superarmos o Conflito e dele tirarmos partido.

Factores como: cultura, sociabilização, padrões de referência, conduta parental, entre outros, condicionam a realidade que criamos e o modo como nos relacionamos com aqueles que dela fazem parte.

Atitudes que dificultam e/ou inibem a resolução das situações de Conflito

Agressividade

Para algumas pessoas, falar alto, não dar espaço nem tempo aos outros para que manifestem as suas ideias/opiniões intimidando-os com palavras e com uma postura autoritária, são características evidentes do seu estilo de comunicação e relações interpessoais. Influenciadas por um falso sentimento de superioridade ou para esconderem o seu sentimento de insegurança e inferioridade, adoptam este estilo como meio de fazerem prevalecer os seus direitos, únicos que importa preservar na relação com os outros.

O Conflito é encarado como uma forte ameaça aos seus estatutos e ao seu poder, uma luta que têm e devem ganhar a todo o custo. Respondem assim às situações que pensam afectar a sua esfera individual com base na carga emocional subjacente a estas, sem sequer se preocuparem em perceber a sua verdadeira natureza, agredindo e desrespeitando as partes envolvidas. O objectivo é a vitória mesmo que esta implique a destruição da relação entre as partes envolvidas.

Passividade

Existem outras pessoas que optam por estilo de comunicação e de relacionamento interpessoal baseado na submissão, no não manifestar as suas opiniões na presença de terceiros com receio que estas possam não ser aceites ou sejam ridicularizadas. Falam demasiado baixo, “para não incomodar”, baixando o olhar. Não ousam dizer que não, deparando-se com frequência com situações contrárias ao seu modo de estar e pensar. Um forte sentimento de inferioridade condiciona todo o seu modo de estar e agir na relação com os outros.

A tomada de consciência da existência de Conflito é evitada dificultando assim a expressão do sentir das partes envolvidas. O aumento da tensão sentida pela outra parte envolvida, incrementada por esta negação ou evitamento conduzirá rapidamente a que o Conflito evolua para uma fase de agressão e destruição da relação existente entre as partes.


Atitude que contribui para a resolução do Conflito

Assertividade

Sempre que nos relacionamos com os outros com base na consciência dos direitos e deveres de cada um, no respeito mútuo, na comunicação clara, aberta e franca, criamos naturalmente empatia e confiança nas relações que se processam de forma natural e espontânea.

A tomada de consciência da existência de Conflito é facilitada pela comunicação aberta e clara, pela capacidade de escuta activa e pelo clima de respeito existente entre as partes que facilita a expressão dos sentimentos e emoções subjacentes, contribui para a procura de soluções e desenvolvimento de estratégias (colaboração ou negociação), ao invés de culpados, reduz a tensão e resolve a situação que esteve na origem do Conflito. Nalguns casos contribuirá para o reforço e estreitamento das relações entre as partes envolvidas, permitindo o crescimento e desenvolvimento mútuo.


Desenvolva a sua capacidade para resolver situações de Conflito

 Comunique abertamente
 Esteja atento(a) aos sinais verbais e não verbais
 Aperfeiçoe a sua habilidade para escutar o outro
 Expresse os seus sentimentos
 Controle as suas emoções
 Evite juízos de valor
 Seja construtivo(a) ao fazer uma crítica
 Mantenha um clima de respeito
 Centre-se nos interesses subjacentes e não nas posições
 Identifique os interesses/necessidades dos outros
 Crie empatia
 Procure encontrar soluções que satisfaçam interesses/necessidades mútuas
 Partilhe preocupações
 Esteja disposto a Colaborar e/ou Negociar

Associação Portuguesa de Coaching

Já está disponivel o site da Associação Portuguesa de Coaching!

http://www.apcoaching.pt/

A Associação Portuguesa de Coaching tem como grande objectivo ser uma entidade de referência na credibilização do Coaching, defendendo os interesses dos seu Associados, Membros e Clientes.

Missão:
- Credibilização do Coaching e da profissão Coach
- Divulgação do Coaching e Atitude Coach
- Estabelecer Parcerias Nacionais e Internacionais
- Criar um espaço Nacional de referencia na área do Coaching

Ciente dos enormes desafios que hoje se colocam aos indivíduos e às organizações, a APCoaching disponibiliza em todo o país uma bolsa de coaches profissionais com certificação internacional oriundos das mais variadas áreas do conhecimento para melhor se adequar às necessidades do mercado. Esta bolsa encontra-se em permanente actualização e crescimento, já que, mediante inscrição, os coaches devidamente certificados poderão integrá-la. A Associação permite ainda a inscrição de membros individuais ou colectivos, fornecendo também acesso a informação variada, workshops e cursos de formação, bem como a eventos diversificados na área.

24 de fevereiro de 2010

Agarre a Vida com Força e Determinação! Seja um Vencedor!

A vida é um espectáculo fabuloso com que todos somos agraciados.

O papel que assumimos e desempenhamos no decorrer do mesmo depende do lado em que optamos por nos posicionar:

Espectadores - vemos a vida passar por nós mas estamos longe de sentir a sua essência e as emoções vividas por parte dos que optam por fazer parte do seu elenco;
Actores – fazemos parte da sua interpretação, participamos activamente na construção do guião, personalizamos a sua interpretação procuramos activamente dar o nosso melhor e contribuir para que o espectáculo, independentemente da existência de todos os adereços necessários seja um sucesso.

Quando somos espectadores limitamo-nos a ver passar as situações por nós, emitimos um ou outro comentário, lamentamo-nos, choramos, rimos mas tudo ao sabor do desenrolar dos acontecimentos e não ao sabor da nossa vontade. Somos as tão conhecidas “vítimas do destino”, uns têm sorte, eventualmente sucesso (pensamos nós) e outros, ao invés, padecem, não saem do mesmo e com frequência sucubem ao “peso” das dificuldades.

Quanto mais agradável e com sucesso não seria a nossa vida se: optassemos sempre pelo papel de actores; assumissemos a total responsabilidade pelos nossos actos; tivessemos a coragem para mudar sempre que nos encontrassemos nos “lugares” que não tinhamos escolhido; em vez de nos lamentarmos, agíssemos em prol dos nossos interesses; mergulhássemos sempre no mais profundo de nós e déssemos palavra à nossa consciência; perante os desafios e as dificuldades, acreditássemos em primeiro lugar que poderíamos ultrapassá-los e resolvê-los ao invés de nos deixarmos sucumbir pela austeridade que parecemos sentir nos mesmos; tivessemos a autodisciplina e determinação suficientes para prosseguir na direcção dos nossos objectivos.

Derrotado ou vencedor, acomodado ou lutador, espectador ou actor, não depende de uma predestinação mas sim da atitude com que vivemos o dia a dia e enfrentamos os acontecimentos.

A vida tem os seus momentos bons e momentos menos bons, mas todos eles podem ser parte integrante do nosso processo de crescimento e evolução, dependendo apenas para isso, do modo como os vivenciamos e dos proveitos que recolhemos dessa atitude.

Queixamo-nos em demasia, acomodamo-nos em demasia.
Vivemos com frequência amarrados a desculpas, pretextos, justificações e falsas crenças que condicionam a nossa vida, mantendo-nos presos a uma vida de mediocridade e conformismo, transformando-se na nossa área de conforto e impedindo-nos de mudar.

Tornamo-nos espectadores da vida, derrotados e acomodados.
Em todas as oportunidades vemos dificuldades, sucumbimos com as adversidades, o sucesso acontece apenas aos que nascem em “berço de ouro” e/ou que têm características inatas para tal.

Este discurso mental e verbal, acaba por se reflectir na postura e no modo como nos relacionamos com os outros. Passamos uma mensagem de desalento falta de capacidade e de iniciativa para lidar com os acontecimentos. Consequentemente somos vistos por estes como menos hábeis e capazes.

Se não estamos satisfeitos, se nos encontramos em situações que atentam contra os nossos princípios e os nossos valores, pudemos e devemos sempre agir, correndo o risco de que se não o fizermos estaremos a pactuar com todas essas situações que nos afrontam e com as quais não nos sentimos bem.

Independentemente dos custos que possam advir do processo de mudança, o simples facto de nos acomodarmos acarretará, no futuro, custos muito superiores.

Como já referi no artigo da Felicidade, a vida é um sopro que pode ser mais ou menos intenso, mais ou menos prolongado, dependendo apenas do modo como decidimos vivê-la!

Por isso importa encará-la com força e determinação adoptando uma outra atitude.

Mesmo na doença está provado que, do modo como o paciente encara o seu diagnóstico (força e determinação para lutar ou negação e desilusão) depende a real evolução da mesma.

Também a forma como alguns dos nossos mais bem sucedidos desportistas trabalham para atingir o sucesso, se comportam perante as adversidades, lidam com as suas características e as fazem evoluir, ilustra o modo como devemos conduzir as nossas vidas, encarar as dificuldades por forma a melhorarmos performances, atingirmos objectivos e chegarmos também ao êxito.

Sim é possível sermos bem sucedidos! Depende essencialmente de nós e da nossa atitude proactiva e Vencedora.

Podemos até crescer e viver num meio favorável ao desenvolvimento de determinado tipo de actividade, mas se não tivermos uma atitude mental positiva, um espírito empreendedor, determinado e disciplinado, não conseguiremos vingar na mesma.
Quando encaramos a vida com grandes expectativas em relação aos nossos objectivos e ao nosso potencial para conseguirmos obter êxito, temos uma forte garantia de que vamos com certeza alcançar esse mesmo êxito. Sentimo-nos entusiasmados, estamos altamente motivados.

Quando perante os desafios acreditamos que conseguimos ultrapassá-los em vez de desistirmos e/ou pensarmos que irá ser muito díficil ou impossível, conseguimos obter resultados espantosos. Mesmo nas adversidades a nossa atitude pode ser o nosso mais forte aliado para as superarmos e/ou delas tiramos partido e alcançarmos sucesso.

A nossa realidade será sempre aquela que criarmos!
Procure ser um Vencedor:

 Não se permita acomodar a situações que afrontam os seus princípios e valores.
 Livre-se das desculpas e pretextos do passado que se transformaram na sua “zona de conforto”, que não o deixam evoluir e impedem a mudança necessária para aproveitar as oportunidades do presente.
 Encare a mudança e as adversidades como oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
 Procure sempre encontrar soluções ao invés de descobrir problemas.
 Acredite em si e no seu potencial.
 Introduza as palavras “sim é possível; sim eu vou conseguir” no seu vocabulário.
 Aprenda com os seus próprios erros.
 Procure sempre fazer mais e melhor.
 Trabalhe com empenho e paixão
 Seja disciplinado.
 Não desista nunca dos seus objectivos.
 Acredite que é o único que pode mudar o rumo dos acontecimentos da sua vida.
 Viva intensamente. Lembre-se sempre que a vida é o bem mais belo e precioso que possui, por isso aproveite-a o melhor que sabe!

28 de janeiro de 2010

Amor Incondicional - A Energia Universal

“…Senti uma dor imensa, não esperava… de ti, não!

Mas, amo-te e… perdoo-te! Não guardo ressentimentos!

À medida que te perdoo a dor no meu peito desvanece, o meu amor permanece…”


Com amor tudo é possível!
Só através dele, conseguimos superar as dificuldades, compreender a relatividade das injustiças e decepções quotidianas quando comparadas com a grandeza da alma, com a grandeza da vida. Através dele, revelamo-nos, damos o melhor de nós!

O amor não depende de alguma forma exterior, depende simplesmente de nós!

Amor é força, é energia!

De entre tantos e diversos tipos de amor, só a expressão do amor incondicional nos conduz à paz interna, resiste a qualquer tipo de ameaça, é a verdadeira essência da vida.

Amar incondicionalmente é amar sem esperar retorno, pois o retorno real, é a simples alegria da expressão desse amor.

O amor incondicional não depende de ser amado, não depende de ser aceite e não esmorece se for ignorado, não exige troca, é coerente e auto-suficiente.
Não guarda ressentimento e perdoa.

Amar incondicionalmente revela um esplendor de alma, um coração imensurável e uma personalidade única.

Aprender a perdoar, é uma dádiva imensa que nos permite crescer, atingir uma consciência e uma lucidez de vida maiores.

Quando perdoamos, amamos sem condicionalismos, aprendemos a viver com tolerância, solidariedade, companheirismo, compaixão, carinho, respeito mútuo, alegria e esperança. Só a força deste amor é capaz de fazer a diferença numa sociedade virada para o individualismo e materialismo, só ela nos permitirá lutar, enfrentar e resistir à devastidão dos acontecimentos que afectam o trajecto das nossas vidas.


Por isso…
Aproveite a energia mais poderosa do Universo - O Amor Incondicional – e incorpore-a no seu quotidiano!
Sorria sempre
Seja gentil e atencioso
Irradie a energia do seu amor
Transmita calma, carinho, alegria e esperança
Dê o melhor de si, sem estar à espera do retorno
Seja solidário(a) e companheiro(a)
Seja paciente e tolerante para com os outros
Revele as suas pequenas mágoas e os seus pequenos ressentimentos, não deixe que
estes se “acumulem” e ofusquem o brilho do seu amor
Aprenda a compreender o outro, procure a sua essência
Pratique o respeito mútuo
Saiba aceitar os outros sem condicionalismos
Esteja disponível para os que ama, seja sempre o seu “porto de abrigo”
Ame sempre com toda a sua essência, inocência e sinceridade.

11 de janeiro de 2010

Resumo do livro "A Vaca" - Cruz, Camilo

Todos nós temos barreiras mentais. Crescemos interiorizando diversos factores: cultura, sociabilização, padrões de referência, conduta parental, entre outros e sem percebermos vamo-nos esquecendo, do que nos impelia, do que nos movia, perdemo-nos numa infinidade de solicitações, esquecendo-nos do nosso caminho e tendo grandes dificuldades em contornar pequenos obstáculos.

Vivemos com frequência uma vida amarrados a desculpas, pretextos, justificações e falsas crenças que condicionam a nossa vida e nos impedem de atingir a qualidade que realmente merecemos.

As crenças que sustentamos têm origem em informação obtida directamente (através da experiência pessoal) ou indirectamente (interacção com os outros), são oriundas da nossa educação, da cultura, do ambiente em que vivemos, do exemplo de pessoas que são importantes para nós, das experiências e traumas do passado. As crenças criam em nós resultados que podem ser excelentes e estimulantes ou desastrosos e danosos. Podemos mudar as nossas crenças, escolher outras, deixando de lado as que nos limitam.

Neste livro a “Vaca” simboliza as nossas desculpas, pretextos, justificações, medos e inseguranças, tudo o que nos mantem presos a uma vida de mediocridade e conformismo, ajudando-nos a uma introspecção obrigatória se quisermos evitar este estilo de vida.

A “Vaca” designa tudo o que nos agarra ao passado, transformando-se na nossa área de conforto.

Para termos uma vida livre de “Vacas” precisamos decidir livrar-nos das nossas barreiras mentais, com a esperança de descobrir o nosso verdadeiro potencial e identificar as falsas crenças que têm vindo a limitar a nossa vida até agora e substitui-las por ideias que nos fortaleçam e nos permitam utilizar o poder que já reside dentro de nós, o qual só espera ser utilizado para nos ajudar a alcançar as nossas metas mais ambiciosas.

Sim, nós somos os principais “arquitectos” da nossa vida, podemos mudar as nossas crenças e, logo, as nossas emoções, transformando assim as crenças limitadoras em crenças potenciadoras. Podemos adquirir novos hábitos que nos permitam ser o “gigante” que existe dentro de nós.

Só temos de perguntar a nós próprios o que é que nós desejamos para a nossa vida e em seguida mudarmos as nossas estratégias mentais para obtermos o que realmente desejamos.

Se acreditarmos que não somos capazes, então, o mais certo é tornarmo-nos mesmo incapazes, deixando de aproveitar todo o potencial que temos dentro de nós e que, infelizmente, não sabemos reconhecer.

Mas, se acreditarmos que somos capazes tornamo-nos capazes. Usamos toda a nossa Energia e Tempo para nos tornarmos capazes e conseguirmos lá chegar!

Quando conseguimos viver uma vida plena, sem desculpas, medos, pretextos, limitações vivemos uma vida na qual podemos ser tudo aquilo que quisermos ser. A única “ferramenta” que necessitamos para a construir, encontra-se simplesmente dentro de nós na nossa verdadeira essência, no nosso querer e na nossa força.

Importa assim, estarmos alerta “às Vacas” que aparecem na nossa vida e que toldam a claridade e prazer da mesma.